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10 de setembro de 2009

Escola Base 2? A culpa é de quem?

Ao lado de esculhambar a classe média, a diversão preferida das pessoas ultimamente tem sido tomar jornalista para Judas Iscariotes. É só dar uma navegada básica por aí. Até aí, beleza, vivemos em uma democracia e cada um tem o direito de ter a sua opinião. Não sou mimada o suficiente para achar que todo mundo precisa me considerar a pessoa mais legal do mundo só porque sou da classe média E jornalista.

Não quero aqui defender nenhum jornalista (nem vou falar da classe média, porque o Emanuel já fez isso no blog dele de forma espetacular) e nem acho que o jornalismo hoje em dia seja uma grande maravilha. Pelo contrário, muita coisa tem que mudar. Só quero colocar em pauta um questionamento: até que ponto público e fonte contribuem para o jornalismo ter esse lado ruim?

Vou citar como exemplo o depoimento em que o Nelsinho Piquet confessa à FIA que bateu deliberadamente no GP de Cingapura para baneficiar o Alonso. Ou melhor, suposto depoimento. Isso porque julgamentos com relação à postura do Nelsinho é um item que não falta hoje na Internet, mas ninguém se atentou para um único detalhe: o tal documento (que pode ser visto aqui) foi publicado por um site bizarro (que eu nunca tinha ouvido falar até esta quinta), não é assinado por nenhum repórter e, na boa, não seria nada difícil de ter sido escrito por mim (ou por vc, ou pelo Alonso, ou pelo seu vizinho, ou pelo Papa...), impresso e depois assinado com um NP ao lado de cada folha e um NPiquet no final. Quem me garante que a assinatura do Nelsinho é assim?

Foi justamente pensando nisso que eu, como setorista de Motor na Gazeta Esportiva.Net, optei por não abrir nota falando sobre este documento. Alguém pode falar (como falaram): "Ué, mas é só dar crédito para os caras e foda-se". É um argumento fraco, visto que uma coisa é dar crédito para uma Autosport ou um Reginaldo Leme, veículos/jornalistas sérios, e outra bem diferente é citar que um site X soltou um documento (sem nenhum timbre da FIA ou algo que prove a sua veracidade) que condena o Piquet.

(Precipitadamente na fogueira?)

Ora, se for assim, posso me lamentar porque deixei passar uma grande chance de ter pregado uma pegadinha mundial escrevendo um documento do tipo aqui no Nossa, Canossa!. E olha que eu ainda acho que teria um pouco mais de credibilidade, já que muitos aqui sabem que eu realmente trabalho com automobilismo e tenho algumas fontes por aí. E o F1SA? Alguém conhece os jornalistas que trabalham lá?

Outra coisa: será que o Nelsinho é tão burro a ponto de ter divulgado propositalmente que participou dessa armação, mesmo correndo enorme risco de se queimar com público e as pessoas que trabalham na F-1 (como, de fato, está se queimando)? Mesmo que seja, eu sinceramente acho que o Nelsão não seria estúpido a este ponto. Há duas possibilidades então: ou tem mais coisa nessa história ou esse depoimento não é verdadeiro (não na forma como ele foi divulgado hoje).

O que o manual do bom jornalista recomenda neste caso: tente confirmar que este documento é real. E é aí que eu volto ao começo do post, quando defendo que público e fonte também têm responsabilidade nas merdas do jornalismo. Tentei o dia inteiro ver se isso era verdade: assessoria da FIA, assessoria do Nelsinho, o próprio Nelsinho e... nada. Ninguém me respondeu.

Mantive a postura de não publicar a notícia porque os principais sites internacionais (Autosport, iTv, BBC...) também não deram nada, mas se o Nelsinho não desmente a informação, apesar da insistência de alguns em checar, não terá o direito de acusar ninguém de estar ferrando com o nome dele injustamente, caso amanhã descubra-se que o F1SA fez uma pegadinha. O Nelsinho está, na verdade, é contribuindo para deixar o ambiente mais confuso ainda (seja qual for o seu motivo).

Não vou me colocar aqui como paladina do bom jornalismo, até porque tenho a consciência de que eu mesmo poderia ter embarcado nessa se tivesse acordado um pouco menos ranzinza hoje. Sei também que há uma grande pressão por aí para publicar bombas como esta o mais rápido possível, afinal o público anseia e pressiona por essas coisas. Mas, se amanhã vier um desmentido dos fatos, todo mundo vai deixar de jogar pedras no Nelsinho para sair atrás dos jornalistas com uma tocha de fogo nas mãos... até que apareça(m) outro(s) vilão(ões). E assim caminha a humanidade...

27 de abril de 2009

Desafio

Estava eu à toa no Orkut agora há pouco, quando me deparo com uma invasão (nota para os não-iniciados: quando alguém entra no seu profile e, com o seu consentimento, escreve no campo de "about me") no perfil do meu primo. Quem conseguir traduzir primeiro sem chorar de dó da Língua Portuguesa ganha um doce de leite de Minas:

"vai todo mundo para o canto que ah jeny ta chegando utii utii utii vo entra no teu orkut hugo maizii enportantii pra mim Amor zinhu mais lindoO q tem no mundinho da jeny aquii pasando aquii pra dizer ou menhor agradeser por vc ter entradu na minha vidA 
Vc foi um presente de deus 
q todos os dias de sua vida seija os menhores esta perto de vc e um previlheijo A DISTANCIA ENTRE NOIS NÃO PODE SEPARA EO QUE SINTO POR VC NÃO VAI PASSAR uq deus uniu ninguem separá jeny e hugo para senprii te amo ♥"

2 de fevereiro de 2009

Essas crianças...

Talvez alguém aqui ainda se lembre que eu tenho um priminho meio nervosinho. Pois é, apesar da falta de citações aqui, ele continua aprontando das suas.

Durante os feriados de final de ano, estava todo mundo lá na casa dele, meio sem ter o que fazer. Eis então que ele aprontou algo que eu não sei o que é (e nem vai fazer falta na história!) e tomou uma bronca enorme da mãe.

Ficou então puto da vida e foi sentar com a cara fechadíssima na área atrás da casa, onde já estavam a minha mãe e um tio dele. Os dois então tiveram a boa (?) ideia de mexer com o menino, que estava quieto.

Tio - Ô Marcelo, como é que é o seu nome completo mesmo?

Marcelo - .... (cara mais fechada)

Tio - Como é? É Marcelo Henrique....?

Marcelo - ... (cara mais fechada ainda)

Tio - Nhei? Fala pra gente...

Marcelo (na lata) - Marcelo Henrique fio duma égua!

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Bom, nem é preciso acrescentar que ele tomou outra surra da mãe, que estava perto e ouviu. E nem que o resto da família não conseguiu, naquele momento, colaborar com a boa educação do Marcelo e rolou de rir com a resposta dele.

26 de dezembro de 2008

Interior

Um Feliz Natal a todos, antes de tudo. Ignorem o fato de hoje já ser dia 26.

O bom de Minas Gerais é que só uma pessoa da minha família tem, ao mesmo tempo, internet banda larga em casa e intimidade suficiente comigo para que eu possa usá-la sem criar clima de constrangimento. Mas como ela prefere me ensinar a lavar o Carnossa da maneira correta (estava sujo que só...), só abri meu e-mail uma vez desde sábado.

Incrível como a gente consegue se livrar fácil, fácil dessas coisas de computador. Aproveito então para exercer meus dotes de babá, que só aparecem uma vez ao ano, justamente nesta época. Ao todo, são oito crianças de até dois a seis anos - todas devidamente uniformizadas com a camisa verde-limão do Palmeiras e que tiram um sarro da tua cara porque você puxa o erre, um absurrrrdo por aqui.

Mas abriu uma lan house aqui perto e o vício não resistiu. Só que já, já vou embora porque é preciso comprar pão de queijo, que são incrivelmente baratos por aqui. Dá até raiva de pagar mais de um real a unidade em São Paulo.

São Paulo? É, eu vi na parabólica que está chovendo a cântaros lá, assim como no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Aqui chove e esquenta, chove e esquenta. A passagem de volta está marcada para domingo (por que a São Silvestre não é em maio?), mas a chegada mesmo no Tietê é só na segunda. Longe demais, principalmente quando quatro caras ficam a VIAGEM INTEIRA conversando e mexendo com o povo. Inacreditável a minha sorte para essas coisas.

O ruim de lan house é que eu sempre acho que o tempo está acabando e isso potencializa a procrastinação de não escrever nada aqui. Então, eu leio um monte de blog em uma mal feita leitura dinâmica, dou uma passada lá no serviço que ninguém é de ferro (workholic!), vejo os e-mails, lembro que o Rodrigo deve estar p*to da vida porque eu não cumpri a promessa de organizar as traduções...

Graças a Deus, o pequi ficou longe de mim dessa vez. Nem o cheiro eu senti. O celular também não pega por aqui, graças aos bons serviços prestados pela Vivo. Mas tem até o lado bom porque o isolamento te faz pensar tudo e refazer as promessas não-cumpridas dos anos anteriores. E que é claro não serão cumpridas de novo (ou não).

Ah, e também dá para pesquisar bastante nos camelôs a quarta temporada de Lost, que eu não consigo baixar no meu computador paulista nem por milagre. Igualmente bom para se livrar dos calos do show da Madonna ((modo gay on) Diiiiivvvvvaaaaaaaaaa (modo gay off)).

Interior é assim.

31 de outubro de 2008

Interlagos, dia 2

Como o cansaço está grande, por enquanto só vou contar a cereja do bolo: na hora de deixar o paddock, topei com Galvão Bueno, o próprio, que era mais assediado que o Felipe Massa.

Nada mais adequado para um Halloween despercebido.

Interlagos, dia 1

Pouco antes das dez horas da noite e eu cruzando Diadema de volta para casa depois de mais uma maratona de trabalho esta semana. Na cabeça, as lembranças de um Kimi mais solícito que em 2007, porém ainda Kimi, um Hamilton bem mais baixinho do que eu imaginava, a estranheza de ter ficado a menos de meio metro do Alonso mais-tampinha-ainda, o Massa que eu não aguento mais ver, além de Nelsinho e Rubinho, outras figurinhas tarimbadas. Sem contar um sem-número de pessoas antes só vistas na TV e que - óh - existem mesmo.

No meio daquele monte de gente também voltando de seus respectivos trabalhos, eu só tentava ter idéia de quantas risadas irônicas eu seria vítima caso começasse a contar que, eu ali no meio de todos eles, tinha "passado o dia" junto com tais nomes. No mínimo, iam fugir do ônibus no ponto seguinte achando que eu estava prestes a colocar fogo em tudo.

Vida de repórter é estranha mesmo.

Bom, hoje foi a minha estréia de verdade no circo da Fórmula 1. Até o ano passado, o meu máximo era ir até o último dia que Interlagos estava aberto para a galera, a quarta-feira antes do GP. Mas esse ano eu consegui a credencial, aliás, a mais bonita que eu já vi. Estava aberto parte daquele mundo que parece só estar na TV.

Para quem tem curiosidade de saber como é cobrir um GP, vou tentar passar algumas impressões aqui. A primeira é que você inevitavelmente vai se perder a caminho da sala de imprensa e/ou coletivas em sua estréia e nenhum funcionário será capaz de te passar essa simples informação. Então vai andar, andar, andar com uns 200kg de equipamento nas costas até descobrir que era bem perto e você deu um monte de volta à toa.

O segundo aspecto importante é estar com a auto-confiança em dia. Porque dinheiro não significa necessariamente educação e o povo da Fórmula 1 é meio escrotinho mesmo, que diga a assessora da Renault e o carinha da McLaren encarregado de distribuir bloquinhos para os jornalistas, que praticamente os tacava na mesa. Cheguei a temer pela tela do laptop.

O terceiro é descobrir que a sala de imprensa é um lugar gigantesco, com 1437 mesonas em que cabem uns 15 negos cada e que já estão devidamente marcadas - quando você, chega escolhe algum lugar (no meu caso, aleatoriamente) e permanece lá até o final dos tempos. Ah, lá no fundão tem lanchinho, água e refrigerante, mas você vai demorar alguns bons minutos até ter certeza que é "di grátis". Bom, ao menos alguma coisa tem que ser assim, já que o wi-fi custa os olhos da cara (e olha que os meus são azuis).

Descobrirá também que nas coletivas os pilotos com sotaques mais estranhos parecem desconhecer o microfone só para ajudar no seu trabalho de adivinhação. Aliás, é bem mais fácil entender quem não tem o inglês como língua materna, como o accent Leste Europeu do Kubica e o accent espanhol do Alonso, que puxa todos os erres como o Galvão Bueno quando vai exaltar o Ronaldinho. Ok, nem tanto.

Sim, você também estará cercada de gringos por todos os lados e perceberá atitudes estranhas deles, como começar a falar alto sozinho "Son of a Bitch" olhando a tela do computador, dar dois socos na mesa que você também está, levantar e sair falando "What a fuck" e depois voltar todo simpático com a menina da organização dizendo-se australiano. Desculpem o preconceito, mas a partir de hoje eu vou partir da premissa que todo australiano tem um quê de Dado Dolabela.

30 de outubro de 2008

De volta (ou não)

Correria maluca e muitas inserções no mundo dos ricos na última semana. Primeiro, Athina Onassis Horse Blá Blá Blá Show e um encontro com toda a altíssima classe paulistana (menos traumático que no ano passado, mas ainda assim traumático porque quase fui expulsa ao querer fazer meu trabalho - conto depois em maiores detalhes).
Depois, "jogar" golfe com a Daiane e o Cielo em clube bacanudo inserido numa área pobre da zona Sul. Na sequência, milhões de coisas a fazer com a aproximação da F-1 no Brasil. Os carros então chegam e é hora de ir a Interlagos. No meio do caminho, porém, é preciso ver o Massa doando livros em escola pública ao mesmo tempo em que se enrola para dizer qual foi o último livro que leu.
Daí que é a vez de ver o "principezinho" (gay?) Nico Rosberg em um hotel "outro pedigree" da Avenida Paulista. No dia seguinte voltar ao golfe bacanudo para falar com o Nelsinho, acompanhar a mala do Webber (desculpe, Mané) e rir das piadas do David Coulthard. Agora, correria para dar um alô ao menino Kimi em um terceiro hotel fodástico e ver o que Hamilton tem a dizer no autódromo.
Tô quase virando burguesa.

3 de outubro de 2008

Câmara municipal bizarra

Domingo é o alegre momento da democracia, onde todos nós vamos escolher os representantes do povo nos próximos quatro anos. Óh, tudo seria muito bonito, não fosse pela qualidade duvidosa da maior parte dos candidatos. Mas, como tudo pode piorar, o Nossa, Canossa! fez um levantamento para descobrir alguns dos candidatos mais bisonhos de São Paulo. E descobriu que podemos ter a seguinte Câmara Municipal nos próximos quatro anos (os nomes estão divididos por grupos políticos):

ATUALIZADO com o número de votos recebidos por cada um (aliás, quem foi o maldito funcionário do Uol Eleições que resolveu colocar atualização automática a cada minuto naquele site? Só para atrapalhar a sua navegação...) :

Ala "Celebridades" (vulgo não tenho mais sucesso da minha carreira antiga e quero viver na mamata)

Ademir da Guia - 17009 (não conseguiu a reeleição. Ufa)
Agnaldo Timóteo - reeleito com o voto de 26180 babacas.
Dinei ("Fui, Ahua!") - 22732 pessoas sem noção votaram nele.
Léo Aquilla - 6515
Netinho de Paula - 84406. Parabéns, São Paulo.
Sergio Mallandro - 22066. Por pouco os vereadores não foram convidados a fazer "glu glu" na Câmara.

Ala Pseudocelebridades (vulgo não sou quem você está pensando, mas vai que um monte de trouxa pense que sou...)

Belo - 251
Dunga - 579. Loser até na política.
Faustão - 208
Joselito - 5767
Enéas Filho - 1631. Pelo menos esse não enganou o povo.
Ivan, o Terrível - 2655
Joaninha (cujo slongan é "Joaninha dá Sorte") - 280. Acho que Joaninha não dá tanta sorte...
Jesus - 215. Esse nem Cristo salvou.
Lacraia - 495
Lombardi - 320
Mendigo - 888
Ovelha - 788
Pellé - 1007
Roni Von - 448
Seu Madruga - 7705


Ala Merchan

Babalu - 961
Cd Paschoal - 654
Kaiser Paiva Celestino da Silva - 21. Coitado. Só a família...
Maggi - 09. Nossa, a família dele deve ser pequena.
Tang - 4015

Ala Fulano de algum lugar

Abraao do Queijo - 1401
Betão do Lava Rápido - 3825
Beto do Mercado Legal - 3283
Cowboy do asfalto - 245
Gil da Ultra-Som - 1386
Grilo da Lotação - 952. Precisa pegar uma linha mais movimentada...
João do Gesso - 749
João Zelador - 839
Marcão Rei Momo - 345. O Carnaval paulista está garantido!
Marcia da Deco - 194
Sorriso do Farol - 1995

Ala Acuma?

Ademir Crack - 899
Bel Zowie - 320
Cabo Piuga - 1989
Dna Hilda s/Escola - 1001
Geisha Guariento - 440
Hamuche - Fauzi Nacle Hamuche - 4325
Pai Guimarães d'Ogum - 9983
Peixe Zona Sul - 792
Quito Formiga - 21129
Rainha Naja - 315
Sandra Pinck (ela tentou mesmo escrever o que eu estou pensando?) - 806
Tomas, o Tomate - 908
Tonhão Som de Cristal - 339
Valmir Olho de Lobo - 3616
Xyko Duarte - 133. Parece que a numerologia não funcionou...

Ala histéricos

Dra. Havanir - 8081. Quando ela circulava com um alegoria enorme de sua própria cabela na Avenida Paulista, ela tinha mais crédito...
Malek - 856. Outro que já foi melhor.

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Viu como tudo sempre pode piorar? Aí, é só colocar o Maluf prefeito....

Atendendo a pedidos:

Oscar Maroni - 5804. Broxou...
Marco Aurélio Cunha (eu nem o acho tãããão tosco assim, na verdade. É melhor preparado que muita gente) - 38421. Eleito.
Christina Rocha (do "Alô Christina") - 3135. Um excelente achado, Thiago.
Aurélio Miguel - 50804
Osmar Lins ("Peroba neles") - 2171. Verdadeira falha minha não inclui-lo na lista.
Russomanno - 27100. Ficou no quase.
Pillin - 208
Vizinho da avó do Thiago - Não identificado
Tulio Maravilha (Goiânia) - 10401. Terceiro mais votado
Raul Seixas (BH) - 324
Periquito (candidato caloteiro a prefeito de BH) - 4769

1 de outubro de 2008

Grandes momentos da campanha eleitoral

Hoje (quarta), o prefeito Gilberto Kassab resolveu visitar uma crechê em algum fim de mundo de São Paulo. Tudo ia bem, ensaiadinho até que... veja entre 1min58s e 20min03s, todo o jeito dele com as crianças.



Sei não, mas acho que essa aí é membro da ala "dente-de-leite" do PT.

23 de setembro de 2008

The greatest deaths in the world

Semana passada, em um ônibus paulistano:

Pessoa 1 - Blá, blá, blá, blá (alguém falando alto algo que eu não sei o que era porque estava mais preocupada pensando na morte da bezerra)...

Pessoa 2 - Ow, não fala isso não. O pai de uma amiga minha matou uma mulher com um carrinho de supermercado!

(modo despertar minha atenção em alerta máximo on). Eu - (pensando) COMO ASSIM? ELE É SEM NOÇÃO AO PONTO DE JOGAR O CARRINHO NA CABEÇA DELA?

Todos os amigos da Pessoa 2 presentes - COMO ASSIM? ELE É SEM NOÇÃO AO PONTO DE JOGAR O CARRINHO NA CABEÇA DELA?

Pessoa 2 - Ah, não sei direito. Parece que quando ele era novo estava apostando corrida com um carrinho de supermercado, atropelou a mulher, ela caiu e morreu.

Já dizia Guimarães Rosa: viver é negócio muito perigoso.

Quer saber mais sobre mortes bizarras? A Wikipédia tem uma lista cronológica sobre o assunto.

18 de setembro de 2008

"Antigamente é que era bom"?

Se tem algo que me irrita profundamente, são aquelas pessoas que ficam repetindo a todo momento que "antigamente é que era bom". Primeiro, porque demonstra uma rabujice sem limites e segundo porque isso não passa de uma crítica involutária a si mesmo: se "antigamente é que era bom" por que você/a sua geração deixou que as coisas virassem um lixo?

Não estou dizendo com isso que eu não gosto do passado ou que espanco meus avós. Pelo contrário. É que recentemente, eu tive uma prova escancarada de como as pessoas deixam-se levar por tais mitos e sentam no próprio rabo não agem de acordo com as suas palavras.

Durante as (toc-toc-toc) Olimpíadas, eu tinha que sair beeem cedo de casa, porque moro no fim do mundo tinha que bater ponto às sete da matina e fazer a cobertura dos fatos da noite pequinesa. Daí que um "dia" (entre aspas porque nem havia amanhecido ainda), eu estava chegando ao terminal próximo de casa quando, na hora de pegar o bilhete, caiu uma moeda da minha carteira.

Bem na minha frente, já passando pela catraca, estava um senhor - aliás, o número de idosos que pegam ônibus de manhã é inacreditável. Devem gostar de sofrer já que, na condição de aposentado de muitos deles, era plenamente possível fazer quase tudo em horários menos caóticos do transporte público.

Voltando: Minha moeda fez um baita barulho porque caiu justamente em cima daquela proteção de metais que cobrem o chão em volta de algumas catracas. Ou seja, bem perto dele.

O senhor se abaixou e pegou a moeda. Então, olhou para os dois lados ao melhor estilo pantera cor de rosa no auge da investigação e, "disfarçadamente", a colocou no bolso. Ok, ele não precisava saber que a moeda era minha, pois havia outras pessoas perto. Porém, moedas não costumam surgir do nada em chãos de catracas, de maneira que era óbvio que havia caído da carteira de alguém atrás dele.

Eu olhei a cena e desacreditei. Iria dar uma voadora nas costas dele Deixei quieto porque era somente cinco centavos e comecei a rir sozinha da situação. Uma pena que não existem remédios para caráter, senão me sentiria satisfeita em contribuir.

2 de agosto de 2008

Pânico

Por N motivos, incluindo o fato de eu passar boa parte da minha vida em São Paulo, eu voto na capital mesmo.

Justamente por isso, foi com um misto de medo e incredulidade que eu me deparei agora há pouco com um outdoor anunciando o Frank Aguiar, ele mesmo, o "Cãozinho dos Teclados", como candidato a vice-prefeito de São Bernardo do Campo!


Não quero nem pensar na possibilidade de ele ganhar. Nesse caso, estou considerando seriamente a hipótese de me mudar para Bagdá um lugar onde as pessoas levem política mais a sério.

(PS: assim que eu achar algum pôster da da campanha dele na Internet coloco aqui para provar que não estou mentindo)

31 de julho de 2008

Canurossa em Pequim! (virtualmente)

Já não era sem tempo de começar os posts olímpicos.

Bom, então vamos lá: para começar, vamos com Paulo Amaral sacaneando uma menina de telemarketing sem querer:

(toca o telefone da redação)

- Alô?
- Alô, por favor, eu sou da empresa X e gostaria de falar com o senhor Marcelo Belpiede (nota da redação: repórter da GE enviado a Pequim).
- Olha, ele não está. Ele foi para a China.
- Ah, tá.

(desliga o telefone na cara e puta da vida achando que estão de sacanagem com ela)

(uma hora e meia depois, toca o telefone de novo)

-
Alô?
- Alô, por favor, eu gostaria de falar com o senhor Marcelo Belpiede.
- Ele está na China...
- Ah, tá. Que horas que eu posso ligar para falar com ele? (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
-
(suspira). Não, querida, você não entendeu... ele foi trabalhar nas Olimpíadas, só volta mês que vem.
- Ok, a empresa X agradece a sua atenção.

19 de julho de 2008

Tchau, dona Dolores

"Porra, dona Morte, mas que caralho... você vai me foder justo hoje? Vai tomar no cu!"

7 de julho de 2008

Pneus Bridgestone

Depois de alguns dias zumbi, nos quais deve ter dormido umas 12 horas de umas 40 possíveis (a abstinência não foi totalmente por conta da diversão propriamente dita), ainda tenho fôlego para observar alguns momentos inesquecíveis da TV brasileira.

Ontem, o melhor aconteceu ainda de manhã, na Globo. Encerrado o GP da Inglaterra, no qual Felipe Massa rodou nada menos que cinco vezes (só que a TV mostrou) na pista molhada de Silverstone, entra uma propaganda da Bridgestone com o Zacarias do automobilismo dizendo que "com aquele pneu ele faz curvas na chuva".

Amo quando o povo do marketing se fode.

13 de junho de 2008

Como obter uma informação (versão que se espalhou)

Por motivos éticos (ha-ha-ha), eu não vou revelar o nome da pessoa, mas segue-se diálogo ocorrido alguns dias atrás.

- Alô?

- Alô... é o Cuca?

- Sim, é ele...

- Aqui é fulano da Gazeta Esportiva, tudo bom?

- Tudo.

- Então, é verdade que você fechou com o Santos?

- É, sim.

- Até quando?

- Final do ano que vem.

- Você está pensando em algum reforço pro time e tal?

- Não penso em reforços ainda. Vou tocar o jogo no final de semana para avaliar a equipe para depois pensar em algo. O meu pensamento é o mesmo do Marcelo Teixeira, do Dr. Norberto e da diretoria do Santos, então, vamos devagarzinho.

- Certo... e você já tem uma meta inicial?

- O meu objetivo é a vaga na Libertadores.

- Tá, agora... será que você poderia me dizer o quanto vai ganhar no Santos? É mais que no Botafogo?

- Olha, meu amigo, isso não se fala... Por exemplo, se eu te perguntasse, você não me diria quanto você ganha...

- Oitocentos e quarenta e cinco reais e sessenta e dois centavos. Eu sou estagiário.

- .......

- ???

- Tá bom, eu falo. Vou ganhar o mesmo que no Botafogo.

27 de maio de 2008

Fooooiiiii por medo de avião*.... (parte 2)

Quando você finalmente chega à conclusão que o avião não vai cair (não ao menos na decolagem), é a hora de curtir. Afinal, não é só porque você está cheia de náuseas, com as mãos suadas e morrendo de medo que você não vai admirar a cidade bem pequenininha lá em baixo, uma praia qualquer ao longe... e, claro, o lanchinho da companhia aérea. Aliás, esta foi uma surpresa muito boa, até porque depois de horripilantes relatos da comida da Gol, só tenho a elogiar a Varig neste aspecto - além disto, os funcionários da companhia em todo momento se mostraram corteses e simpáticos, especialmente na hora de fazer a engraçada coreografia do cinto de segurança, de como destravar os bancos para eles flutuarem na água e outra coisas do gênero.

Fico pensando que deve ser muito chato você estudar pra caramba até ser aeromoça e todo santo dia ter que repetir aquila dança algumas vezes. Pior: sem que 90% dos passageiros olhem na sua cara. Então, para prestigiá-los, como eu estava morrendo de medo e queria saber todas as técnicas de sobrevivência, eu acompanhei tudo muito atentamente.

O problema de ir ao Rio de Janeiro é que a viagem é muito curta. Mal recolhem o lanchinho e os procedimentos de pouso já estão sendo efetuados. Desta vez, porém, estava mais tranquila, pois me distrai brincado de Google Earth real ao tentar localizar alguns pontos turísticos. Achei o Cristo (fácil) e o Maracanã (u-hu!), além de ter ficado abismada com o fato de praticamente todos os morros da cidade (e não são poucos) terem uma favela - sem contar que casas/prédios com piscinas ficam a poucos metros de barracos.

Sobre o Rio, infelizmente não posso falar muito, pois o meu destino era no Centro -, vulgo não muito longe do Santos Dumont. Óbvio que peguei o táxi amarelo-e-azul e fiquei cantarolando baixinho qualquer música bossa nova em referência à cidade, além de conversar com o simpático taxista que me falava a respeito de alguns prédios históricos da região e de os prédios onde boa parte das decisões econômicas importantes do país são tomadas (Petrobras, BNDES, Caixa...).

Feito o que havia de ser feito ainda deu tempo de colecionar algumas impressões do Rio. Primeira: o centro da cidade é bem parecido com o centro de São Paulo, seja em suas coisas boas ou ruins - exceto talvez pela presença ostensiva do Metrô por aqui. Segunda: destruindo todos os mitos possíveis e imagináveis, ninguém lá ostenta um climão informal durante uma segunda-feira. Todos andam relativamente arrumados e apressados de um lado para o outro, exatamente como os paulistas. Terceiro: os cariocas que me perdooem, mas o sotaque deles é muito, muito chato, apesar de ótimo para imitar. Quarto: não, você não vai sair do aeroporto/rodoviária e já ser assaltado/quase atingido por uma bala perdida. Quinto: o trânsito é absurdamente caótico, mas os lugares não são tão longes quanto na terra do Borba Gato.

De volta ao aeroporto, depois de sem querer bater a porta do táxi em qualquer coisa de concreto na rua - e quase ser morta por isso, possivelmente sendo salva de uma visita não-planejada a qualquer morro apenas porque o carro tinha um rastreador da cooperativa (ou por que será o motorista mal me dirigiu a palavra durante o trajeto?), foi a hora de passar por novas estréias aeroportuárias. Pela primeira vez eu fui trocar uma passagem: afinal eram 17h30, meu vôo só saía às 19h00 (sem atrasos) e, com um laptop na mochila, não é muito prudente andar pelo anoitecer carioca (sou paulista, mas não sou otária).

Até reparei que estavam chamando um vôo para Congonhas bem naquela hora, mas só depois fui percebi que essa era a minha última chance se eu quisesse antecipar a volta - o vôo das 18h20 da Varig para Congonhas havia sido cancelado e até hoje eu não faço a menor idéia se é possível você descolar uma vaga em outra companhia. Então, fiz minha estréia correndo como uma louca por um aeroporto desconhecido para pegar um avião.

O legal é que mal entrei no avião e a imaginação voltou a funcionar. Afinal, eu poderia ser tema dos jornais da terça: se aquele avião caísse, eu seria a pessoa-que-não-era-pra-estar-naquele-vôo-mas-o-destino-quis-assim. Se fosse o seguinte que se espatifasse, eu seria aquele personagem clássico que-era-pra-estar-no-vôo-mas-o-destino-não-quis-assim. Do alto, a bela vista do Rio à noite (ainda volto lá com tempo), deu uma distraída e uma certa depressão: como, nos últimos 50 anos, conseguiram cagar um lugar tão bacana como aquele?

Deixando filosofias baratas de lado, o problema do Brasil é que como já aconteceram todos os tipos de acidentes aéreos (decolagem, ar e pouso) você nunca fica tranquilo e logo acha que um Legacy ou um padre maluco podem interceptar sua aeronave. Porém, há sempre com o que se distrair, especialmente quando você senta em um dos primeiros bancos e acompanha de perto todo o trabalho dos comissários - o que rende reações do tipo ficar tenso ao ver a chefe das comissárias atender o "telefonema" do comandante, fazer uma mega cara de séria como se o avião tivessem em pane e depois responder: "Tá, mas o seu café é com leite ou sem?". Deve ser sacanagem, caso pensado com certeza.

Mas minha força mental se vingou, só que atingiu o funcionário errado. Na hora do pouso, a chefe foi puxar o banquinho especial que eles sentam, deixou-o escapar e o outro carinha - que não olhou para sentar - quase protagonizou a melhor videocassetada vista por mim in loco nos últimos tempos. Para terminar (ufa), descer em Congonhas é sempre uma emoção à parte, especialmente quando o piloto tem um estilo um pouco mais brusco e a revista ao seu lado acaba indo parar lá na frente. E assim terminou tudo.

Dá medo, mas no final esse negócio de andar de avião é muito divertido.

Uma boa noite, obrigado por escolher o Nossa, Canossa! e até a próxima viagem.

*Homenagem a Belchior

22 de maio de 2008

Fooooiiiii por medo de avião*....

A semana foi cansativa, fato especialmente impulsionado porque eu levantei por volta das 4h30 da manhã na última segunda-feira e só fui dormir umas 23 horas - neste meio tempo, contabilizei aproximadamente umas 13 horas de expediente ou quase dois dias de trabalho. Mas, apesar disto, será um dia que ficará guardado na área de boas lembranças da minha memória. Tecnicamente não foi, mas vou considerar para sempre o dia 19 de maio como "a primeira vez que andei de avião na vida".

Digo tecnicamente não foi porque já havia quando tinha cinco anos de idade, em uma viagem para Minas. Mas acontece que eu não lembro de nada e esta oportunidade só não se perdeu na memória para sempre por causa de um ou duas fotos da janelinha que eu tenho aqui em casa, além da impagável história de que eudei escândalo no aeroporto porque um homem, vulgo funcionário da Varig, estava roubando a minha mala. Mamãe diz que foi difícil me convencer de que não era bem um roubo que estava acontecendo. Pobre é fogo.

Bom, desta vez eu estava mais grandinha e não fiz escândalo por causa da mala. Na verdade, nem havia mala, porque a viagem foi rápida (ida e volta no mesmo dia) e um mochila de mão, ao melhor estilo rodoviária, era mais que suficiente. Mas eu juro que não faria escândalo se houvesse uma mala. Aliás, dei até sorte porque a fila no meu check-in estava infinitamente menor que a de outros vôos nacionais da mesma companhia.

- A senhora poderia fornecer um número de telefone para contato?
- Claro. Pode ser meu celular?
- Infelizmente, não. Tem que ser um número que não seja somente seu.
- Mas por quê?
- Er... porque se o avião cair, senhora, nós temos que contatar a sua família.
- ....

Enfim, segunda-feira foi a primeira vez na vida que eu também enfrentei um atraso em vôo. Foram cerca de uma hora e meia a mais na ida. Porém, como o vôo havia sido marcado bem cedo justamente considerando-se vestígios do caos aéreo brasileiro, pouco importava. Como primeira a chegar na sala de embarque, estava mais preocupada em olhar a cara dos outros passageiros e tentar descobrir quem seria cada um em Lost caso aquela joça caísse em uma ilha no meio do Atlântico. Tinha uma loira falsa meio masculinizada que não desgrudava de um homem. Certeza que era uma mistura de Kate com Ana Lucia. Até o Jack eu vi, só que mais acabadinho.

Além do atraso, segunda pela primeira vez eu enfrentei mudanças na sala de embarque em cima da hora e fiz minha primeira peregrinação por Congonhas. Neste caminho, acabei topando com alguém que eu acho que era a Adriana Esteves, com uma puta cara fechada e de sono. Como eu iria embarcar na Ponte Aérea, imaginei que como boa global ela pegaria o mesmo vôo, de maneira que eu pensei que se aquela joça caísse, meu nome mal apareceria no jornal porque o assunto seria a morte dela em mais uma tragédia aéra brasileira.

Como vocês podem perceber, eu estava meio obsessiva com a idéia daquele 737 da Varig cair. Sim, segunda-feira descobri que eu tenho medo**. Depois de pegar o onibusinho até o meio da pista (aliás, o que são aquelas duas sucatas de Vasp em um cantinho de Congonhas?) e subir no avião, minha mão começou a suar e meu cérebro começou a rodar dentro da caixa craniana.

Descolei um lugar na janelinha, bem ao lado da asa, o que aumenta ainda mais a sensação de tontura. Quando as turbinas são ligadas e aquele negócio começa a correr só te resta torcer. O problema é que como você não tem referência nenhuma nunca sabe o que está por vir. E sua cabeça só martela aquele acidente de 1996, enquanto o avião, já no ar, vira para a esquerda a fim de acertar a rota.

Continua na parte II

*Homenagem a Belchior
**Homenagem a Regina Duarte

27 de abril de 2008

Qual será a próxima manchete do caso Isabella?

a.) RedeTv - Superpop faz mesa branca e estabelece contato com Isabella;
b.) Record - Bispo Macedo tem visão onde Isabella revela seu verdadeiro assassino;
c.) Globo - César Tralli se fantasia de morto, entra no céu e bate um papo exclusivo com Isabella;
d.) Bandeirantes - Confira depois do Show de prêmios do Leão, o DVD de maior sucesso nos camelôs de São Paulo: a reconstituição da morte de Isabella;
e.) Veja - Exclusivo: PT envolvido no caso Isabella;
f.) Carta Capital - Isabella denuncia: forjou a própria morte para desviar atenção de denúncias contra o PSDB;
g.) Zero Hora - Padre voou para tentar se encontrar com alma de Isabella;
f.) SBT: Roberto Bolaños se emociona com caso Isabella;
g.)Globo Esporte.com: Valdívia também acha que pai e madrasta mataram Isabella.

25 de abril de 2008

Adivinha quem eu sou?


Ganha meu outro rim quem acertar (o primeiro já foi perdido em uma aposta no ano passado). Dica: ela não é a Vera Fischer, muito menos a Carla Perez.

ERRAMOS: Desculpem a falha, pessoal, mas embarquei em um erro de um site mexicano. Bom, de qualquer forma, isso significa que meu segundo rim continua preservado, já que ninguém sabe me dizer quem é o cara-de-pagodeiro acima.

O verdadeiro Cirilo é este aqui (não é cara do pastor da novela das 8?): http://agencia-mexico.com/galeria/displayimage.php?pos=-13026

Bom, como bônus pela falha, também mostro professorinha Helena na atualidade (engordou que foi uma beleza...):
http://agencia-mexico.com/galeria/displayimage.php?album=318&pos=60

E a Laurinha também:
http://agencia-mexico.com/galeria/displayimage.php?album=318&pos=02